Qualquer semelhança…


Quem chamou minha atenção para essa semelhança entre as capas foi Marçal Aquino, com quem falei duas semanas atrás por conta do Leituras Sabáticas e de uma nota que saiu na Babel. “Essa coincidência sempre me estarreceu”, disse ele. “Cheguei a dar um exemplar para o Tomás Eloy certa vez; ele riu muito.”

Faroestes, do Marçal, é de setembro de 2001; Réquiem Por um País Perdido, do Tomás Eloy, de abril de 2003; e Entre BH e Texas, de Carlos Herculano Lopes, de 2004.

Ainda Marçal: “Falei para os escritores Luiz Roberto Guedes e Joca Terron, autores da ideia e da execução da capa, que acho a capa do Faroestes, sem favor nenhum, a melhor execução da ideia”. Concordo.

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Uma resposta

  1. O autor não precisa ter medo de incorrer em favor algum, a capa de Faroestes é mesmo a melhor!

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