Pós-Chernobyl

Estante em Chernobyl, na Ucrânia, em fotografia tirada 24 anos depois da devastação do acidente nuclear de 1986. Registro de Roman Kudryashov. Tirei daqui (as usual, clique para ampliar).

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Eleições na literatura

Saiu faz algum tempo no Guardian, mas alcancei só agora via Google Reader, uma lista feita por John Mullan, professor de inglês da University College, com dez dos melhores livros de ficção sobre eleições na história da literatura.

Todos os títulos que ele escolhe foram publicados originalmente em língua inglesa, à exceção de Ensaio Sobre a Lucidez (traduzido por lá como Seeing), do Saramago. Os outros são Coriolannus, de William Shakespeare; Os Cadernos de Pickwick, de Charles Dickens; Sir Launcelot Greaves, de Tobias Smollett; Middlemarch, de George Eliot; The Way We Live Now, de Anthony Trollope; The Tragic Muse, de Henry James; Primary Colors, de autor anônimo; A Linha da Beleza, de Alan Hollinghurst; e The Absence of War, de David Hare.

Sem parar para pensar em como engrossar essa lista, o que me vem à cabeça é que por aqui temos eleições que parecem ficção. Serve?