Lanches para a hora da escrita


Lord Byron tomava vinagre quando tinha fome. Para manter a forma, sabe (a gente não quer imaginar o resultado em termos de hálito, então, se você pensou em tentar, pare). E Walt Whitman traçava carne com ostras pela manhã. A ilustração com os lanches preferidos dos escritores saiu neste final de semana no Sunday Book Review. É da Wendy MacNaughton, que assina a deliciosa coluna ilustrada Meanwhile  no jornal literário on-line The Rumpus.

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13 Respostas

  1. Difícil acreditar que este é um blog sobre livros e literatura.

  2. Em tempo: publicar bons poemas não tem nada de pirata. Nem vez por outra citar bons escritores e ‘coisas’ interessantes.

    Decálogo – Por Juan Carlos Onetti

    1. Não tentem ser originais. Ser diferente é inevitável quando a pessoa não se preocupa com isso.

    2. Não tentem “chocar a burguesia”. Isso já não funciona. Burgueses só se assustam quando sentem seu bolso ameaçado.

    3. Não tratem de complicar o leitor, nem de buscar ou reclamar sua ajuda.

    4. Jamais escrevam pensando na crítica, nem nos amigos ou parentes, na doce namorada ou esposa. Sequer num leitor hipotético.

    5. Não sacrifiquem a sinceridade literária a nada. Nem a política, nem ao triunfo. Escrevam sempre para esse outro, silencioso e implacável, que levamos dentro de nós e a quem não é possível enganar.

    6. Não sigam modas, reneguem o mestre sagrado antes do terceiro canto do galo.

    7. Não se limitem apenas a ler livros consagrados. Proust e Joyce foram desprezados quando colocaram o nariz para fora; hoje são gênios.

    8. Não se esqueçam da frase, justamente famosa: “Dois mais dois são quatro. Mas e se fossem cinco?”

    9. Não desdenhem temas com narrativa estranha, qualquer que seja sua origem. Roubem se for preciso.

    10. Mintam sempre.

    11. Nunca se esqueçam do que Hemingway disse: “Cheguei a fazer leituras de trechos já prontos de minhas novelas, que é o mais baixo que um escritor pode descer.”

    • Puxa, se você rejeita HQs, esse espaço não é mesmo pra você, Marcio. Gosto tanto delas e da cultura pop quanto da alta literatura, por isso autores tão distintos quanto Joe Sacco e Lezama Lima sempre terão lugar aqui. Mas boa sorte nas suas navegações! Bjs, Raquel

    • Raquel, não rejeito HQs. Acho-as ótimas, quando têm nível…abs

    • Por outro lado, talvez você esteja certa num ponto. Gosto de boa literatura, da clássica e da contemporânea, não tenho espírito de patota e adoro uma discussão bem fundamentada, principalmente quando o outro lado não teme críticas ou colocações feitas de forma educada. Possivelmente, esse espaço não é mesmo para mim.

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